segunda-feira, 28 de abril de 2014

SOU QUIXADAENSE E EXIJO RESPEITO


O slogan do momento entre muitos habitantes da terra dos monólitos é “sou quixadaense e exijo respeito”, esse será o tema do protesto programado para 1º de maio pelas ruas da cidade .   Bonito, mas fico refletindo a cerca de um ponto: Essas mesmas pessoas estavam se respeitando ao eleger um completo despreparado como prefeito de uma das mais importantes cidades do Ceará? Que respeito teve o eleitor ao votar em um candidato que durante a campanha fugia do debate como o cão foge da cruz?.Foi burrice, e bota burrice nisso.                                                                                                 Não irei a protesto nenhum, assim a democracia me faculta. Os que lá estarão  serão usados pelo sistema monólitos como massa de manobra. Agora é tarde, Inês é morta. Só nos resta espera 2016, dois anos e meio passam num piscar de olhos.

terça-feira, 25 de março de 2014

REDE ESGOTO DE TELEVISÃO

A REDE ESGOTO DE TELEVISÃO É MESMO "IMPARCIAL". PARA ELA, EXISTE O MENSALÃO DO PT E O MENSALÃO MINEIRO. CREIO QUE O POVO DAS ALTEROSAS DEVA SE SENTIR OFENDIDO.

segunda-feira, 10 de março de 2014

SAMBA DO CRIOULO DOIDO



Você já ouviu falar do samba do crioulo doido?  Se você é uma pessoa de um bom nível cultural, creio que sim.

Veja o que diz o Wikpédia:  “Samba do Crioulo Doido é uma paródia composta pelo escritor e jornalista Sérgio Porto, sob pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta, em 1968, para o Teatro de Revista, em que procura ironizar a obrigatoriedade imposta às escolas de samba de retratarem nos seus sambas de enredo somente fatos históricos. A expressão do título é usada, no Brasil  para se referir a coisas sem sentido, a textos mirabolantes e sem nexo”.


Se o título do samba assumiu esse sentido na cultura popular, então podemos dizer sem medo de errar que Administração do prefeito João Hudson é um verdadeiro samba do crioulo doido: Sem sentido, sem nexo, sem rumo.

O mais recente, mas não último capítulo desse trágico, cômico  e enfadonho enredo, foi a substituição da titular da pasta da saúde, a quinta mudança em  apenas 14 meses de gestão do João da sapataria. Que fique claro, cinco substituições apenas na secretaria da saúde. Se formos levar em conta toda a bagunça no primeiro escalão, perderemos as contas.

O sarcástico Stanislaw Ponte Preta não teve o privilégio de conhecer a terra dos monólitos, mas se vivo fosse e aqui chegasse hoje, certamente  teria farto material para uma atualização de seu famoso livro FEBEAPA- Festival de besteiras que assola o país.

sábado, 8 de março de 2014

CANARINHA

Maiores artilheiros da seleção - Contando jogos oficiais e não oficiais.
1º PELÉ - 95.
2º RONALD0  - 62
3ºROMÁRIO - 55

4º ZICO E BEBETO - 52
5º JAIRZINHO - 48

domingo, 16 de fevereiro de 2014

A PRAÇA É DO POVO.



Ao passarmos pela praça José Marques, a popular praça da estação, logo notamos como ela está bem cuidada. Espaço agradável  para se passear com as crianças no final da tarde. Flores diversas, sempre regadas. Aquele logradouro está cuidadosamente ornado, bem diferente do cenário de cerca de um ano atrás.


O visitante menos informado sobre o momento administrativo na terra da galinha choca, irá pensar obviamente que todo o esmero com aquele  espaço é obra do poder público municipal. Porém, ao percorrer alguns metros  e se deparar com o total abandono da praça Coronel Nanan, o forasteiro ficará curioso sobre o porquê da escolha de apenas uma praça para ser cuidada pela secretaria responsável.




Bem, podemos explicar para ele que não é a gestão do Senhor João Hudson a quem devemos elogiar pelo belo trabalho de conservação da quase já centenária praça da estação e sim, a um grupo de moradores das ruas adjacentes e da Academia Quixadaense de Letras que assumiram para eles uma obrigação da prefeitura. A iniciativa é louvável, pois afinal, cuidar do meio ambiente e promover qualidade de vida deve ser tarefa de todos.


A questão a ser analisada com mais profundidade, no entanto, é outra: A inércia e a incompetência de uma gestão que em apenas 14 meses não se mostrou capaz sequer de manter preservado um espaço que necessita apenas de mudas de plantas, esterco e de um funcionário com salário em dia.
" A praça é do povo como o céu é do condor" - Castro Alves.